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Hora de defender a saúde e os empregos dos trabalhadores

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Nos últimos dias têm se falado muito das conseqüências que o novo coronavírus trará para a economia mundial e brasileira, uma vez que por orientação das autoridades de saúde muitos trabalhadores estão em isolamento social. Sem dúvida será um ano desastroso. Cada país tem tomado medidas para impedir a proliferação do vírus, que de alguma forma vai impactar a economia. A Organização Mundial de Saúde (OMS) tem orientado o isolamento social e que os governos garantam políticas públicas para os mais necessitados.

O Brasil já convive com 11,6 milhões de pessoas desempregadas. Da sua força de trabalho, 41% estão na informalidade. São trabalhadores com salários baixos e sem proteção social. Para quem tem a carteira assinada, muitos se encontram precarizados, em consequência da aplicação da política de retirada de direitos dos governos Temer e Bolsonaro.

Ações do governo

Atualmente, o Brasil conta com cerca de 343 bilhões de dólares em reservas internacionais. Um dinheiro que pode ser usado, justamente, em ocasiões de crise, como essa.

Mas ao invés de usar seus recursos para ajudar a população, o governo só queria repassar R$ 200 para as famílias necessitadas. Foi necessária muita pressão para que o Congresso Nacional passasse para R$ 600, um valor que ainda depende do governo para fazer chegar na mão das pessoas.

Recentemente, o governo federal tentou suspender os contratos de trabalho por quatro meses e deixar os trabalhadores sem salário. Felizmente com pressão o governo recuou.

Enquanto isso, os EUA anunciaram o uso de 2 trilhões de dólares para trabalhadores, empresas e o sistema de saúde. Serão até 3 mil dólares por mês para cada família necessitada nos EUA.

Falta ao governo federal brasileiro assumir seu papel para garantir a renda dos trabalhadores, que por conta do novo coronavírus precisam ficar em casa. Não será voltando ao trabalho que a economia vai melhorar, pois se isso acontecer milhares ficarão doentes e não poderão prosseguir nas suas atividades diárias. Em primeiro lugar, a vida das pessoas, pois sem ela não haverá nem emprego, nem salário.

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Sindimetal-Rio

Sindicato classista e de luta

Fundado em 1º de maio de 1917.

O Sindicato dos Metalúrgicos do Rio de Janeiro, fundado em 1º de maio de 1917, continua sendo o principal instrumento de luta e de atuação da categoria. Tem uma rica história em prol do Brasil, da democracia e em defesa dos trabalhadores. O Sindicato, consciente do seu papel, segue firme, buscando sempre a valorização do trabalhador e a construção de uma sociedade mais justa e igualitária, a sociedade socialista.

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